Começar · alpha gratuito

Cinco passos, e você faz sozinho

Você clica, autoriza o aplicativo, escolhe o nome e a cor da sua marca, cai dentro do console e cola uma linha no campo de JS. Leva alguns minutos, é feito uma vez só na conta de agência — não subconta por subconta — e ninguém precisa liberar nada para você.

Depois dos passos vêm o que o seu cliente vê ao abrir o widget, o que você encontra no console e como conferir se funcionou.

Você vai precisar de: acesso de administrador na conta de agência. É o único nível que autoriza aplicativos, que enxerga o campo de código personalizado e que alcança todas as subcontas.
Quanto custa: nada durante a fase alpha. Não pedimos cartão e não há cobrança. Em troca, você entra num produto em construção — a página inicial diz o que ainda falta.

Antes de começar

Três coisas que evitam susto

  • O campo de JS da agência vale para todas as subcontas. A linha que você cola é carregada em todas elas — inclusive nas dos seus clientes. É o último passo justamente por isso: até colar, nada aparece para ninguém.
  • O widget só aparece dentro de subconta. Na visão de agência ele não monta, de propósito. Se você ficar procurando o botão na tela da agência, não vai achar.
  • Quer testar sozinho antes? Faça os quatro primeiros passos, cole a linha, confira numa subconta sua e apague a linha se ainda não quiser mostrar. A autorização do aplicativo continua valendo; recolar depois é instantâneo.

Passo a passo

Do clique ao suporte no ar

  1. Crie a sua conta

    O botão leva ao console. Digite o seu e-mail: se já tiver conta, o link de acesso chega na hora; se não tiver, pedimos só o seu nome e criamos. Não há senha, não há cartão, e não há duas portas diferentes — a mesma tela resolve os dois casos.

    A conta é sua e existe independentemente da plataforma. Se um dia você desinstalar o aplicativo, você continua entrando; o que some é o alcance às subcontas, não o seu acesso.

  2. Conecte a sua conta da plataforma

    Já dentro do console, a primeira tela pede a conexão. Antes de clicar, entre na sua conta de agência — autorizando de dentro de uma subconta, a conexão não alcança as outras.

    A plataforma mostra o que o HelpGHL vai poder ler e pede a sua confirmação. É esse passo que nos deixa confirmar identidades: sem ele, não temos como saber se quem está pedindo ajuda é mesmo cliente seu — e o widget não monta, mesmo com o script carregado na página.

    Se um dia você desinstalar o aplicativo, as credenciais são revogadas na hora e o suporte para de montar nas suas subcontas. Nada fica pendurado.

    Se o aplicativo já estiver instalado, a plataforma não traz você de volta. Ela vê que não há nada para autorizar e devolve ao painel dela — sem erro e sem mensagem. É como a autorização funciona, e é justamente por isso que a conta vem antes: você volta para app.helpghl.com, entra com o seu e-mail e continua de onde parou, em vez de ficar sem porta.
  3. Escolha o nome e a cor da sua marca

    Ao voltar da autorização, você cai numa tela nossa com três campos: o nome que os seus clientes vão ver, o seu e-mail e a cor principal. É com isso que o widget se pinta.

    Não pedimos senha. Quem acabou de autorizar o aplicativo já provou, pelo próprio fluxo da plataforma, que administra a agência — pedir cadastro de novo seria repetir uma prova já dada. O e-mail serve para você voltar ao console depois e para convidar o seu time; ele não é usado com os seus clientes.

    Dá para mudar depois. No console existe a aba Marca, onde o responsável pela agência troca nome, cor e logo quando quiser, com prévia do resultado. A escolha da instalação é só para o widget não nascer sem cara — e, enquanto você não escolher nada, ele usa um nome neutro em vez de quebrar. A cor secundária ainda não é editável.
  4. Entre no console

    O botão da mesma tela é "Entrar no console": você termina o passo anterior já dentro do console de atendimento, em app.helpghl.com, com a sessão aberta. Não há tela de login no meio.

    É de lá que você atende os seus clientes, convida quem quiser do seu time e acompanha os indicadores da sua operação — o que tem lá dentro está descrito abaixo.

    Nas próximas vezes, você volta abrindo app.helpghl.com e pedindo um código de seis dígitos por e-mail — ou pelo próprio widget, dentro de uma subconta, no botão Atender pelo console que só o administrador da agência enxerga.

  5. Cole uma linha no campo de JS da agência

    Este é o único passo manual, e não tem como evitá-lo: a plataforma não expõe o campo de código personalizado para escrita por API. Ainda na conta de agência, abra as configurações, procure o campo de código personalizado (JS), cole a linha abaixo e salve.

    Campo de JS · configurações da agência
    <script src="https://cdn.helpghl.com/w/helpghl.js"></script>

    É a linha inteira, com as tags. Se já houver outro código no campo, mantenha o que está lá e acrescente a nossa linha no fim — o widget não interfere no que já roda na página.

    Agora entre em qualquer subconta e recarregue. Se o navegador estiver com o arquivo antigo em cache, force o recarregamento com Ctrl + Shift + R (Cmd + Shift + R no Mac). O botão de ajuda aparece no canto inferior direito, já com as suas cores.

    Você sabe que está numa subconta quando o endereço tem /location/ seguido de um identificador. É exatamente essa condição que o widget verifica antes de montar.

Do lado do seu cliente

O que ele vê ao clicar no botão

O painel abre com o nome da sua marca — ou o seu logo, se você tiver cadastrado um — e a pergunta "Como podemos ajudar?". Abaixo dela, quatro abas.

Aba Conversas

A lista dos chamados dele, cada um marcado como em aberto ou resolvido. Sem nenhum ainda, o painel diz isso e convida a escrever.

  • Escrever no campo de baixo abre um chamado novo.
  • Tocar num chamado antigo mostra a conversa inteira, de onde parou.
  • A resposta de quem atende aparece sozinha, em segundos, sem recarregar a página. Numa queda de rede o painel foi feito para reconectar e recarregar o histórico — isso ainda não foi testado com uma queda real.

Aba Ajuda

A base de artigos em português, com um campo de busca no topo e a categoria de cada artigo embaixo do título.

  • A busca roda enquanto ele digita e entende acento e plural.
  • O artigo é lido dentro do painel — ele não sai da tela onde estava.
  • Nada do que ele lê cita a plataforma de origem. Só a sua marca.

Aba Vídeos

Cada cartão nasce vestido com o seu nome e a sua cor, sem reedição — o arquivo é o mesmo para todas as agências, a máscara é que muda.

  • O vídeo abre dentro do painel, com o título e a categoria.
  • A biblioteca ainda está sendo gravada. Enquanto não houver vídeo publicado, a aba diz isso em vez de mostrar uma tela vazia sem explicação.

Aba Comece aqui

A trilha de primeiros passos, com barra de progresso e a porcentagem concluída. Há também um botão ancorado no topo da plataforma que leva direto a ela.

  • Cada passo traz o porquê, não só o quê — o que ele precisa fazer e por que aquilo evita dor de cabeça depois.
  • O que ele marcou fica guardado: fecha hoje, volta amanhã e continua.
O que ele ainda não vê: resposta automática da assistente de IA. O código existe e está testado, mas ela ainda não foi ligada — em breve, sem data para anunciar. Por enquanto, todo chamado vai direto para a fila humana.

Verificação

Como saber se funcionou

O widget conta o que está acontecendo pelo console do navegador. Em trinta segundos você descobre se o problema é a instalação ou outra coisa.

Abrir o console

  • Dentro de uma subconta, pressione F12 (ou Cmd + Option + I no Mac).
  • Vá até a aba Console.
  • Recarregue a página com o console aberto.
  • Procure por linhas que começam com [helpghl].

A primeira linha esperada é [helpghl] script carregado. Se ela não aparece, o arquivo não chegou à página — o problema está no passo 2, não no widget. Se ela aparece e o botão não, a mensagem seguinte diz o motivo.

O que cada mensagem quer dizer

Mensagem no console O que significa e o que fazer
[helpghl] script carregado O arquivo chegou à página. Siga lendo as linhas seguintes.
[helpghl] v… ativo · subconta … Está tudo certo. O widget montou nessa subconta.
fora de uma subconta — nada injetado Você está numa tela de agência. Entre numa subconta e recarregue.
identidade incompleta na página — nada montado A página ainda não respondeu quem é a empresa e o usuário. Costuma acontecer nos primeiros segundos da sessão: recarregue. Se persistir, saia e entre de novo.
suporte não habilitado para esta conta O script chegou, mas o aplicativo não está autorizado para essa agência — ou quem está na tela não pertence a essa subconta. Refaça os passos 1 e 2 pela conta de agência.
não foi possível verificar a conta agora Instabilidade momentânea na verificação. Tente de novo em alguns minutos; se continuar, nos avise.
falhou ao montar Erro inesperado. Copie a mensagem inteira e mande para nós — ela diz onde quebrou.

Quando não aparece

Nenhuma linha [helpghl] no console

Silêncio no console significa que o arquivo não foi carregado. Confira nesta ordem — os três primeiros itens resolvem quase todos os casos.

  • Você salvou o campo? Volte às configurações da agência e confirme que a linha está lá, salva. É o esquecimento mais comum.
  • Colou no campo certo? A linha vai no campo de JS, não no de CSS. No de CSS ela é ignorada sem reclamar.
  • Recarregou de verdade? Force o recarregamento com Ctrl + Shift + R. A plataforma é um aplicativo de página única e nem sempre relê o código personalizado numa navegação comum.
  • Está mesmo dentro de uma subconta? Confira se o endereço tem /location/. Na visão de agência o script pode até carregar, mas nada é injetado.
  • Bloqueador de anúncios ou extensão de privacidade. Alguns bloqueiam scripts externos por padrão. Teste numa janela anônima, com as extensões desligadas.
  • Erro de rede na aba Network. Procure por helpghl.js. Se aparecer em vermelho, a rede da sua empresa pode estar bloqueando o domínio cdn.helpghl.com.
Cuidado ao testar em conta de produção. O campo de JS da agência é carregado em todas as subcontas, então o widget aparece para os seus clientes assim que você salvar. Se ainda não quiser mostrar, confira numa subconta sua e apague a linha — ela volta a valer no instante em que você recolar.

Do lado de quem atende

O console é seu

O widget é servido por cdn.helpghl.com; o console de atendimento fica em app.helpghl.com. São endereços diferentes de propósito — o do widget precisa ficar parado, porque está colado no campo de JS da agência.

Entrar não usa senha, nunca

  • Uma porta só. Abra app.helpghl.com e informe o seu e-mail. Se já tiver conta, o código chega na hora; se não tiver, a mesma tela pede o seu nome e cria. Você nunca precisa saber de antemão em qual caso está.
  • Chega um código de seis dígitos, no assunto da mensagem — dá para ler na lista de e-mails sem abrir nada. Ele vale 15 minutos, funciona uma vez só e aceita cinco tentativas erradas antes de morrer.
  • Por que código e não link: o link abre no navegador em que você lê e-mail, que quase nunca é onde você está trabalhando — no celular, praticamente nunca. O código atravessa aparelhos: você lê no telefone e digita no computador.
  • Atalho: dentro de uma subconta, o administrador da agência vê no rodapé do widget o botão Atender pelo console. Ele manda o código de acesso para o e-mail dele — não para quem digitar, o que impede pedir acesso em nome de outra pessoa.

O que aparece lá dentro

  • A fila, ordenada por urgência de prazo. Cada chamado nasce com prazo conforme o plano da agência, e o atrasado sobe para o topo.
  • O chamado, com a marca sob a qual atender em destaque, uma saudação já escrita com o primeiro nome do cliente, o plano da agência e os chamados anteriores daquele mesmo cliente.
  • Assumir e resolver. Assumir marca o responsável e os outros atendentes veem. Resolver tira da fila ativa e guarda o histórico — e ninguém resolve o que não assumiu.
  • Só o que o escopo permite. Quem é da agência vê apenas as conversas da agência dele; pedir outra na marra é recusado, não filtrado em silêncio.
  • A aba Marca. Nome, cor e logo com prévia, para o responsável pela agência mudar quando quiser. O atendente da agência não vê essa aba — trocar a cara do suporte é decisão de quem responde pela casa.
  • Convidar o seu time. No topo da fila há um campo para convidar por e-mail. Quem aceita vira atendente da sua agência, com o mesmo recorte — e entra do mesmo jeito, por código, sem senha.
  • Indicadores da sua operação. Chamados nos últimos 30 dias, tempo médio até a primeira resposta, quanto foi resolvido e quanto está atrasado agora. Sai do que o sistema registrou, não de estimativa.
  • Assinatura e cobranças do cliente, com as regras que dizem até onde o atendente vai sozinho. Passou do que você autoriza — um reembolso maior, um cancelamento —, vira pedido de aprovação na sua tela em vez de acontecer, e toda ação fica registrada com autor.
Uma ressalva sobre o financeiro: a ligação com o provedor de pagamento de verdade ainda não foi feita. A fronteira está escrita e testada, e as regras de autonomia já valem — mas os dados reais de assinatura e cobrança ainda não passam por ela.

Perguntas

O que costumam perguntar

Preciso falar com alguém para começar?

Não. O botão "Começar agora" leva direto ao aplicativo no marketplace, e do outro lado da autorização você escolhe a sua marca e cai no console. Ninguém precisa liberar a sua conta.

Quanto custa?

Nada durante a fase alpha: sem cartão, sem cobrança e sem prazo definido para isso mudar. Quando houver preço, quem já estiver dentro é avisado antes de qualquer cobrança começar.

Por que preciso do aplicativo se o script já carrega sozinho?

Porque a página sozinha não prova nada. Os dados de quem está usando vêm da própria tela e poderiam ser forjados. O aplicativo nos dá a autorização para confirmar essa identidade com a plataforma antes de abrir qualquer conversa.

Preciso colar o script em cada subconta?

Não. Uma vez, na conta de agência. A linha é carregada em todas as subcontas automaticamente.

Dá para instalar sem colar nada?

Não. A plataforma não expõe esse campo para escrita por API. Qualquer ferramenta desse tipo depende da mesma colagem — inclusive as concorrentes.

O endereço do script vai mudar?

Não. cdn.helpghl.com existe justamente para ficar parado. Se um dia trocarmos onde o arquivo é servido, trocamos o apontamento do domínio — você não recola nada.

Como removo?

Apague a linha do campo de JS e recarregue. Nada fica gravado na sua conta. Para encerrar de vez, desinstale também o aplicativo.

O widget atrapalha o resto da tela?

Não deveria. O painel vive isolado do resto da página: o CSS da plataforma não entra e o nosso não vaza. E uma falha nossa nunca derruba a tela do seu cliente.

O chamado que o cliente abre é de verdade?

É. Ele vira um chamado com prazo, entra na fila de quem atende e a resposta volta ao widget ao vivo. O cliente acompanha os próprios chamados na aba Conversas.

A assistente de IA já responde?

Ainda não — em breve, e sem data para anunciar. O código existe e está testado; falta ligar em produção. Até lá, toda pergunta vai direto para a fila humana, que é o comportamento certo enquanto ela não está no ar.

Travou em algum passo? Os canais de suporte ainda não foram publicados — e-mail e telefone estão por definir. Por enquanto, fale direto com quem já conversou com você sobre o produto, com a mensagem do console em mãos.